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Bacharel em Direito, conservador, pró-armas e politicamente incorreto.

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Comentário · há 22 horas
Sou responsável pelo que eu escrevo, não pelo que você entende. Mas vou lhe fazer uma pergunta, @2jacksonff. Você pode me elencar um exemplo onde Moro externou parcialidade e comprometeu o bom andamento dos trabalhos?

Talvez seja o momento de avisarmos o STJ sobre isso, quem sabe?
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Comentário · ontem
@2jacksonff Você sabe mesmo o que é imparcialidade? Não é condição absoluta e nem perpétua justamente pela existência das provas apresentadas no processo. No momento em que a prova do processo aponta um caminho, seja ele da condenação ou da absolvição, o juiz deve seguir esse caminho, é para isso que serve o seu livre convencimento motivado. As provas não surgem por obra do acaso e nem a sentença é oriunda de um exercício de adivinhação feito pelo juiz, mas sim pelo cotejo das provas que ambas as partes apresentaram durante o cursivo instrutório.

Não é isso que simboliza a balança segurada por Themis? Ou estou equivocado e a balança permanece inerte mesmo com as provas sendo sopesadas pela juiz na hora de prolatar a sentença?

O que você está fazendo é confundir ativismo com imparcialidade, o que é um erro, mas não sei se proposital.

No mais, espero que a defesa recorra até o STF para quebrar a cara mais uma vez. Nem as 7 indicações remanescentes de Lula-Dilma no STF serão páreo para corroborar algo oriundo da chicana de advogados de corruptos e pagos com dinheiro surrupiado do contribuinte.
Texano ., Membro do Ministério Público
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Comentário · ontem
@daniellobo2008 "quando até mesmo o órgão acusador afirma que o juiz é parcial"

Se as provas do processo absolvem ou condenam um réu, como o juiz se manterá imparcial? É preciso tomar um dos lados, o lado que a prova mais contundente aponta ser o correto. Não fosse assim, o próprio princípio do juiz natural não faria o menor sentido. O juiz é imparcial até que a prova demonstre o caminho a ser seguido.

O juiz não age espontaneamente, como a militância esquerdista afirma, se assim o fizesse, outro princípio que norteia o judiciário seria quebrado.

É simples, mas infelizmente os adeptos da religião lulista não conseguem entender, ou pior, se fazem de desentendidos por pura má-fé mesmo.

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